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Consultor defende o uso de sinalização Anti-Covid-19

Consultor defende o uso de sinalização Anti-Covid-19

Covid-19 e o Retorno Operacional para o “Novo Normal”

Nós da PoS - Point of Safe, conversamos recentemente com o especialista em Consultoria para Desenvolvimento e Implementação de Protocolos Preventivos, relacionado ao retorno operacional da pandemia Covid-19.

O consultor Luis Freitas é Engenheiro e Mestre em Engenharia da Produção pela Politécnica-USP, além de outras especializações entre elas auditorias de sistemas de gestão para os segmentos da indústria, comércio e serviços.

Há 27 anos, Luis Freitas atua também como consultor e auditor para empresas de saúde e de alimentação, formatando projetos e planejamentos específicos visando entre outras ações, normatizações de sistemas sanitários e com implantação de protocolos de higiene pontuais para cada negócio.

Sobre este modelo de atuação, a sua empresa Cooke Freitas passou a oferecer também neste ano o serviço chamado "COnVIDa", desenvolvido especialmente para Orientação, Prevenção, Controle e Segurança em tempos de pandemia.

A seguir algumas das perguntas que fizemos ao consultor.

Segundo seus estudos do novo coronavírus, quais seriam as três principais ações que todo empresário deveria realizar?

R.: As principais ações são as seguintes: montar um protocolo adequado e que garanta a segurança de todos, reduzindo ao máximo os riscos, treinar e retreinar as equipes, manter registros e provas de tudo o que foi feito. Mostrar aos colaboradores que os cuidados devem ser 24 horas, 7 por 7 dias. Não adianta se cuidar na empresa e relaxar no final de semana. Por outro lado, além das ações acima, entendo que o empresário deve fazer um bom planejamento estratégico e financeiro. Não adianta ter colaboradores saudáveis numa empresa doente.

Além de buscar uma retomada dos negócios, quais outras questões que os empresários deveriam se preocupar mais?

R.: Planejamento estratégico é fundamental sempre, mas numa situação de crise como a que estamos passando é impensável não fazer, quase uma sentença de morte para a empresa. Os mercados estão mudando muito rapidamente, agora estamos passando por uma inflação no Brasil e no restante do mundo, com a oferta de matérias-primas bem abaixo da demanda. O empresário deve fazer o planejamento para buscar novos mercados, pesquisar novos produtos e serviços que podem ser prestados, novos fornecedores e soluções para seu negócio.

Tenho clientes que tiveram o preço do frete internacional aumentado em mais de 5 vezes. Outros estão buscando matérias-primas e semi acabados no Egito, na Grécia e em Angola, países que não são o foco normal do empresário brasileiro quando pensa em papel, alumínio e outros insumos. A empresa engessada que pensa que é só voltar a produzir ou prestar o serviço como antes, aguardando a retomada gradual dos negócios, mesmo que tenha caixa, vai sofrer e pode nem sobreviver.

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Você acha necessário que empresas implantem planos de contingência. E por que?

R.: Sim, são muito importantes. A empresa deve estar preparada para situações indesejáveis, planejando com antecedência o que pode ser feito. Vou dar um exemplo: em um cliente nosso um funcionário foi contaminado pela esposa em casa que estava assintomática. Ele foi trabalhar e não atendeu às exigências de uso contínuo de máscara e distanciamento, contaminando todos os demais colaboradores do setor. A empresa teve um setor inteiro com a produção interrompida por 15 dias. Havia um plano de contingência que foi acionado em poucas horas e compramos de um terceiro os semi acabados que aquele setor produzia, reduzindo os impactos na nossa linha. Além disso, o caso serviu de exemplo aos demais colaboradores sobre a importância de seguir os protocolos. Deixar para pensar sobre o problema depois que ele acontece pode ser perigoso, improdutivo e custoso.

E sobre os protocolos de prevenção, como ficam as pequenas empresas que passam por mais dificuldades?

R.: Em relação a protocolos de prevenção à Covid-19, a empresa deve buscar soluções que caibam no seu bolso para implantá-los. Não fazer nada ou apenas distribuir máscaras e álcool em gel pode custar bem mais caro depois, na forma de multas e fiscalização, ações trabalhistas etc. Muitas empresas estão com dificuldades financeiras e o acesso às linhas de crédito é difícil. Mas o empresário não pode desistir, deve ficar atento e tentando. Além dos bancos comerciais, há o BNDES, Desenvolve SP, BRDE e outras fontes regionais de financiamento e auxílio. Em um cliente, tentamos 3 vezes em um mesmo programa até sermos aprovados. Demorou 5 meses, mas os recursos saíram.

Como você vê a questão da comunicação e informação de funcionários, clientes e fornecedores nesse momento?

R.: A comunicação é fundamental, por vários aspectos: ela dá suporte ao treinamento que deve ser feito sobre práticas seguras para evitar que o colaborador seja contaminado, ela mostra ao colaborador a preocupação da empresa e ainda pode ser usada para acalmar aqueles que estão com medo de retornar ao trabalho, quando é o caso. Há a também a questão das fake news, difundidas principalmente pelo WhatsApp. Através da comunicação a empresa pode apresentar notícias e informes confiáveis e seguros, expondo a verdade e o que se sabe até o momento sobre a doença, vacina, cura e prevenção.

Placas, adesivos e avisos de sinalização Covid-19, são necessários?

R.: Eu diria que são mais que necessários, são obrigatórios. A empresa precisa provar que comunicou e treinou os colaboradores - isso está na lei. Já tivemos fiscalização do Ministério do Trabalho em 3 clientes nossos. Um dos pontos checados pelos fiscais foi justamente a sinalização e os comunicados feitos pelas empresas. Meus clientes seguiram nossos conselhos e instruções e passaram ilesos pela fiscalização. Num momento sensível de caixa para a maioria dos negócios, ter a empresa interditada ou multada não é uma boa opção.

Sabemos que o engajamento vivenciando todos protocolos são desafiadores, como o empresário pode administrar essa questão dentro da empresa?

R.: Com treinamento, informação e conscientização constantes. Sabemos que há uma polarização em torno da doença e ela é nefasta para o país e a população. A doença está aí, não é inventada e o perigo é real. Não podemos achar que é uma bobagem, mas, ao mesmo tempo, não podemos pensar que vamos nos contaminar e que não há solução. Deve haver um equilíbrio - seguindo orientações com base científica, mantendo condições seguras e seguindo os protocolos, as chances de contaminação são bem baixas. É isso que o empresário deve cobrar de todos na sua equipe. Em casos mais extremos, pode até demitir alguém que se recuse a cumprir os protocolos e ponha os demais em risco - esta é uma situação que não deveria ocorrer, mas sabemos que infelizmente acontece.

Comente um pouco sobre o serviço COnVIDa da Cooke Freitas.

R.: Este serviço nasceu quando um cliente nos procurou logo no início da pandemia, para saber que ações tomar, uma vez que a empresa continuava produzindo e não queria ter as pessoas contaminadas. Trabalhamos com clínicas e serviços de saúde há muito tempo e contamos com consultores da área. Decidimos então, com apoio de advogados trabalhistas e nossos consultores, pesquisar sobre o assunto e montar diretrizes, protocolos, manuais e todo o material de suporte que uma empresa possa precisar para reduzir ao máximo os riscos na pandemia. Lemos leis, pesquisas, orientações técnicas e protocolos de mais de 30 países. Foram milhares de páginas, muitas noites sem dormir e muito conhecimento para chegarmos a oferecer o serviço que temos hoje.

Para cada empresa entendemos a estrutura e adaptamos o material técnico, auxiliando na implantação. E claro, se for desejado pelo empresário, fazemos o acompanhamento mensal (como se fosse uma auditoria). Por fim, oferecemos um serviço de planejamento financeiro e estratégico para a empresa, pois como já comentei, a saúde da empresa não pode ser esquecida.

Cooke Freitas

www.cookefreitas.com.br
+55 11 3262-2286

+55 11 98182-4404
faleconosco@cookefreitas.com.br

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